Terça-feira, 20 de Agosto de 2013

Cap 7

Acabaram por desistir de ir ao ginásio. O ambiente entre os dois encontrava-se demasiado pesado e mais tempo perto um do outro poderia acabar mal. A morena estacionou o carro na garagem, saindo e trancando de seguida. Seguiam os dois, em pleno silêncio para o apartamento. Emily assim que entrou dirigiu-se ao quarto, fechou-se lá dentro começou a arrumar as suas coisas nas malas. Havia decidido que assim seria melhor para ela e para a sua irmã. Sabia que Jen e os restantes iam tentar convence-la a ficar lá em casa, por isso mesmo decidiu sair mais cedo, instalar-se num hotel e depois procuraria um apartamento para si. Não demorou muito até ter tudo arrumado, visto que havia chegado á pouco tempo e maior parte das suas coisas ainda estavam dentro das malas.

 

Abriu silenciosamente a porta do seu quarto, colocou a cabeça fora da ombreira da porta e olhou para ambos os lados do corredor. Não o viu. “Deve ter saído”, pensou. Deu de ombros e começou a levar as malas, uma a uma para o hall de entrada. Voltou ao quarto para trazer a sua mala do dia á dia, mais uma malinha pequena com as suas coisinhas e assim que voltou á sala viu-o parado a olhar as suas malas.

 

Emily – Precisas de alguma coisa daí? – Perguntou vestindo o casaco preto e abotoando-o.

 

Tom – Onde é que tu vais? – Apontou as malas e olhou-a de seguida a ajeitar o cabelo.

 

Emily – Embora – esclareceu.

 

Tom – Embora para onde? – Fez uma cara confusa e voltou a olhar as 4 malas de viagem á porta do apartamento.

 

Emily – Não é que seja da tua conta – atirou – Mas enquanto não encontrar um apartamento a meu gosto, fico num hotel.

 

Tom – E porque? Não estás bem aqui? – Voltou a olha-la. Ela riu-se ironicamente. Era preciso ser-se muito estúpido para dizer aquilo com imenso á vontade.

 

Emily – Ai Tom – abriu a porta do apartamento e chamou o elevador – Tudo menos ter de ficar debaixo do mesmo teto que tu e olhar para essa cara todos os dias – agarrou nas malas uma a uma e começou a mete-las dentro do elevador, entrando ela por fim – Eu depois falo com a Jen – sorriu falsamente – Passa bem, Tom Kaulitz – as portas do elevador fecharam-se, deixando o moreno completamente parvo com aquilo.

 

Acabou por entrar no apartamento fechando a porta de seguida. Mandou um sorriso matreiro e sentou-se no sofá. Afinal ele não tinha sido um erro, porque se realmente o tivesse sido, ela teria continuado a viver ali e a conviver com ele como senão fosse nada, mas não. Ela saiu dali para não ter de encara-lo todos os dias, e ele sentiu-se bem com isso. Sabia que mexia com ela e isso deixava-o demasiado contente.

Passado uma hora da morena ter saído, Jen e Bill entravam pelo apartamento e Tom encontrava-se no mesmo sítio, a ver televisão e a comer uma sandes.

 

Jen – Então amor – aproximou-se do namorado e depositou-lhe um carinhoso beijo nos lábios, sentando-se ao lado dele.

 

Tom – como correu o dia? – Olhou a namorada e depois o irmão a sentar-se numa poltrona e espreguiçando-se.

 

Bill – Bem – esclareceu o irmão – Muito trabalho como sempre – revirou os olhos.

 

Jen – e como correu lá no ginásio amor? – Olhou o namorado.

 

Tom – Pois – coçou o couro cabeludo – A tua irmã não quis ir e além disso acho melhor ligares para ela – Esclareceu a namorada.

 

Bill – então mas ela não está? – Perguntou confuso.

Tom – Não – disse simplesmente sem muitas cerimónias.

 

Jen – Mas onde é que ela se enfiou? – Voltava do quarto da irmã – ela e todas as coisas dela? – Remexia na mala á procura do telemóvel.

 

Tom – Liga-lhe a fala com ela – olhou o irmão que o observava de sobrolho levantado, desconfiado do irmão. Bill sabia perfeitamente que Tom haveria feito algo.

 

Jen – Sim vou ligar – saiu da sala, abandonando os gémeos.

 

Bill – O que se passou Tom? – Sentou-se ao lado irmão.

 

Tom – Bill não comeces – olhou-o – eu não fiz nada – defendeu-se – Ela não quis ir ao ginásio, voltamos para casa e quando dei por ela, tinha as malas feitas e á porta – esclareceu o gémeo curioso.

 

Jen – eu vou ter com ela – saiu da cozinha, ainda a desligar o telemóvel, pegou no casaco e saiu disparada de casa sob o olhar dos irmãos.

 

Bill – Tom – disse calmamente – A Jen já saiu portanto agora podes dizer-me a verdade.

 

Tom – Ontem quando tu e a Jen foram sair, eu e a Emily viemos para casa. Assim que chegámos ela foi para o quarto e eu fiquei aqui – olhou o sofá – Depois fui até ao quarto dela – suspirou – Tive de ir, algo me levou até lá – Bill olhava-o minuciosamente – Tentei seduzi-la, mas aquela miúda é difícil – sorriu – Depois fui para o meu quarto, tentar dormir, mas não conseguia. Depois ouvi um barulho e vi-a – olhou o irmão – Acabamos por nos envolver, claro.

 

Bill – No quarto da tua namorada? Que é irmã dela? – Repreendeu o gémeo.

 

Tom – Claro que não Bill – revirou os olhos – Fomos para o quarto dela – esclareceu o irmão – Ela disse que era a ultima vez que nos envolvíamos e para aproveitar-mos, e foi isso que fizemos, aproveitamos. Mas sempre com o receio que vocês aparecessem, obviamente.

 

Bill – Mas quando chegámos tu já estavas no quarto e ela a dormir – olhou o irmão confuso – Eu fui ver e ela estava a dormir.

 

Tom – Sim, depois fui deitar-me e depois chegaram vocês - apontou o irmão – Mas a Jen quando chegou começou a insinuar-se e sabes que ela não gosta de ouvir um não – suspirou.

 

Bill – Deixa-me adivinhar – levantou-se e deambulou pela sala – A Emily descobriu que depois de estares com ela, foste para a cama com a Jen – afirmou.

 

Tom – Sim, mas não fui eu que lhe contei – corrigiu – De manhã cheguei á cozinha com a Jen e a Emily já lá estava á minha espera para irmos ao ginásio e Jen gabou-se logo que “quando cheguei ainda tive festinha” – Revirou os olhos.

 

Bill – Uiii – franziu a testa e gozou o irmão, levando Tom a atirar-lhe a almofada.

 

Tom – Não gozes – pediu – A Emily ficou uma autêntica fúria. A Jen percebeu que ela ficou chateada, mas não percebeu o porque, e ainda bem – riu-se – Depois claro que quando ficamos sozinhos ela descarregou e disse-me tudo.

 

Bill – Normal – acendeu um cigarro – Se fosse comigo levavas um estalo – olhou a cara do irmão e percebeu que levou mesmo um estalo – Oh God, tu levaste um estalo – Bill ria-se ás gargalhadas e Tom amuava.

 

Tom – Tens uma graça – levantou-se – Ela disse que foi tudo um erro.

 

Bill – E tu? – Levantou-se e juntou-se ao lado do irmão, olhando a vista sob a cidade pela janela – Achas que foi tudo um erro?

 

Tom – Não Bill – suspirou – Não acho – bateu ombro do irmão e abandonou a sala, entrando no seu quarto.

 

Bill – Ai Tom – apagou o cigarro – No que tu te foste meter.

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publicado por MA às 18:55
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Domingo, 4 de Agosto de 2013

ler #1

 
Recomendo. Já li a primeira parte e é fantástico, agora falta a segunda e a terceira. No inicio pensei que a historia se basea-se apenas em sadomasoquismo, mas enganei-me redondamente, tem romance, enredo, e é um livro muito cativante. Eu li este livro em dois dias,a historia é bastante interessante, por isso, aconselho a todas as minhas leitoras a compra ou então que peçam emprestado a alguém, mas leiam as 3 partes, eu por enquanto ainda só li a primeira, mas pouco falta para começar a ler a segunda ("As Cinquenta Sombras Mais Negras") e logo depois a terceira ("As Cinquenta Sombras Livre").
Mas esta trilogia vai passar para os grandes ecrãs. Dia 1 de Agosto de 2014 (data especulada para estreia em Portugal), será a estreia de "As Cinquenta Sombras de Grey" nos cinemas portugueses. Não se sabe ainda se será dividido em 3 partes, assim como os livros, ou farão tudo num só filme (espero que não eheh). Os atores mais preferidos e falados para protagonista serão: Matt Bomer como Christian Grey e Alexis Bledel como Anastasia Steele. 
 
http://www.youtube.com/watch?v=swSA_GiB0g0  (trailer não oficial, mas muito interessante. Vejam)
música: trailer
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publicado por MA às 16:30
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Sábado, 3 de Agosto de 2013

Cap 7

Depois dele ter saído do seu quarto, depressa adormeceu e nem sequer deu conta se a sua irmã e Bill haviam chegado. Acabou por acordar cedo. O relógio marcava 9 horas e se bem se lembrava tinha ficado de ir ao ginásio mais Tom, mas esse ainda deveria estar pregado no sono, por isso decidiu levantar-se e ir tomar um banho.

Vestiu umas leggins pretas, um top branco, uns ténis de desporto e um casaco cinzento atado até meio. Atou o cabelo num alto rabo-de-cavalo e saiu do quarto, indo em direcção á cozinha para tomar o pequeno-almoço. Retirou uma taça do armário, os cereais de um outro e o leite do frigorífico. Assim que o que queria comer estava pronto, sentou-se num banco alto que se encontrava na bancada e ficou virada para a porta começando a comer e a ouvir as notícias na televisão que havia ligado.

Ouviu uns barulhos vindos da sala e logo uma Jen e um Tom completamente ensonados entraram por aquela cozinha.

 

Jen – Bom dia maninha – Deu um beijo na bochecha da irmã e tirou o leite do frigorífico depositando-o num copo.

 

Emily – Bom dia – levou uma colher de cereais á boca e olhou a irmã e a seguir Tom.

 

Jen – Então o Tom portou-se bem ontem á noite? – Emily engasgou-se com os cereais e olhou a irmã

 

Emily – Como assim se portou bem? – Tentou disfarçar. Olhou a cara dele de completo descanso.

 

Jen – Se te chateou muito – riu-se e ele imitou-a.

 

Tom – Ela assim que chegou foi logo deitar-se e eu também – Esclareceu a namorada.

 

Jen – Mas quando cheguei com o teu irmão estavas acordado amor – olhou-o.

 

Tom – Acordei porque não dei contigo na cama – mentiu – Depois decidi esperar.

 

Jen – E fizeste bem – sorriu-lhe – Tanto que quando cheguei ainda tive festinha – Tom olhou a namorada e sorriu-lhe, vendo Emily completamente passada com o que tinha ouvido.

 

Emily – Eu vou ao ginásio – levantou-se, mandando brutamente com a taça para o lavatório e saindo disparada daquela divisão.

 

Jen – Mas o que é que lhe deu? – Olhou a porta e de seguida o namorado que deu de ombros fingindo não saber.

 

Assim que chegou ao quarto só lhe apetecia partir tudo á sua volta, mas controlou-se o suficiente para a sua irmão não perceber o sucedido. Arranjou rapidamente a mala para o ginásio, lavou os dentes e saiu do quarto dando de caras com a irmã e o namorado á porta de casa.

 

Jen – Nós vamos contigo – esclareceu a irmã que estava com cara de “Que estão aqui a fazer?”

 

Emily – Eu posso perfeitamente ir sozinha – sorriu á irmã – O Bill? – Olhou á sua volta.

 

Tom – Está a dormir, mas pelo que sei está acompanhado – sorriu matreiro ao mesmo tempo que respondia á rapariga.

 

Emily – Eu nem sequer te perguntei nada a ti – atirou.

 

Jen – Emily! – Repreendeu – Que te deu?

 

Emily – Nada – empurrou aqueles dois e saiu – Vêm ou vão ficar ai a olhar?

 

Ambos se olharam e saíram atrás dela entrando no elevador sem pronunciar uma única palavra. Emily mexia no telemóvel distraidamente e retirou as chaves do carro da mala.

Emily – Eu vou no meu carro – saiu do elevador, encontrando o seu carro intacto – E vocês?

 

Jen – A mim deixas-me no trabalho, vocês vão os dois para o ginásio falar com o amigo do Tom – disse sentando no lugar de trás, dando a entender que sairia primeiro e para Tom se sentar á frente.

 

Emily – Então mas não vinhas comigo? – Olhou a irmã pelo espelho retrovisor.

 

Jen – Até meio caminho – retirou os óculos e sol da mala e colocou-os na cara – Não me mates o namorado – gozou.

 

Tom – Vontade não lhe deve faltar – olhou Emily completamente passada.

 

Jen – Porque dizes isso? – Emily apertava o volante com as mãos tentando conter a raiva. Que lata que ele tinha. Tinha estado com ela, ido para a cama com ela e assim que Jen chegou da festa enrolou-se com ela também. Era preciso muita lata.

 

Tom – Por nada – sorriu – Maneira de dizer – esclareceu olhando a namorada.

 

Emily – Chegámos – informou a irmã – É preciso vir buscar-te?

 

Jen – Não – respondeu enquanto procurava as chaves do escritório – O Bill vem trabalhar depois e saímos á mesma hora – esclareceu. Deu um beijo ao namorado e saiu do carro. Emily arrancou e nem pronunciou uma única palavra ao moreno.

 

Tom – Vira aqui – pediu quebrando o silêncio. Ela não obedeceu seguindo em frente – Estás a ouvir-me? – Olhou-a e esta fingia não ouvir – Emily – tocou-lhe no braço recebendo uma chapada na cara. Ele levou a mão á face, ainda incrédulo com a atitude dela – Para que foi isto?

 

Emily – Cala a boca senão queres levar mais – ele esbugalhou os olhos – Tens uma lata Tom – riu-se – Dizes que me queres, que não paras de pensar naquela noite e queres mais e depois vais enrolar-te com a minha irmã depois de teres estado comigo? Muito baixo Kaulitz – ironizou.

 

Tom – Ela queria e eu nunca me neguei á tua irmã – esclareceu – Ela iria achar que se passava alguma coisa.

 

Emily – E não sabes dizer que não? – Parou o carro, trancou as portas e olhou-o – Ou és tão cão que fazes tudo o que te mandam? – Riu-se ironicamente.

 

Tom – A tua irmã ia desconfiar – revirou os olhos – Mas já que fazes tanta questão, assim que chegarmos a casa eu conto-lhe tudo – Emily assustou-se e ele viu isso na cara dela. Sabia que ela poderia gostar de estar com ele e tudo mais, mas a felicidade de Jen estava acima de isso tudo.

 

Emily – É que tu nem penses numa coisa dessas – olhou furtivamente e apontou-lhe o dedo – Ela ama-te e eu quero tudo menos destruir a felicidade da minha irmã – aos poucos a morena sentiu-se a fraquejar – tu – engoliu a seco.

 

Tom – O que eu fiz foi errado sim – confessou – Mas ela pediu-me – encolheu os ombros e olhou-a suavemente – Só me neguei uma vez á tua irmã e ela fez um filme enorme para tentar descobrir porque eu o tinha feito. Ela é ciumenta, bastante – revirou os olhos.

 

Emily – Não me interessa – meteu-se direita no banco – O que tu e a minha irmã fazem só a vós vos diz respeito, por isso – colocou o cinto – Isto acabou – apontou para ambos – Morreu aqui o que se passou. Foi um erro.

 

Tom – Um erro? – Perguntou cautelosamente.

 

Emily – Sim – suspirou e ligou o carro – A partir de hoje és apenas o meu cunhado, namorado da minha irmã – arrancou sem lhe dar oportunidade de falar. Tom havia ficado tocado com aquelas palavras, “Um erro “, se ela achava isso ele não iria contradizer.

música: the wanted - drunk on love
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publicado por MA às 19:52
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Sexta-feira, 26 de Julho de 2013

Cap 6

Eu sei que demorei, mas como prometido está aqui.

Beijos e quero comentários fofinhas lindas




Ambos entraram em casa e nenhum continuou sem pronunciar uma única palavra. Tom sentou-se no sofá acendendo o televisor e visualizando algo que se encontrava a dar. A morena deu de ombros, disse um sumido “boa noite” e saiu da sala deixando o de tranças sozinho e entrando no quarto.

Descalçou-se e retirou o vestido, mandando para cima de uma cadeira. Foi para a casa de banho privada do seu quarto e retirou a lingerie tomando um rápido duche. Acabou e enrolou-se numa toalha, com uma outra enrolou o cabelo e saiu da casa de banho, encontrando-o virado para a janela do seu quarto, observando a cidade iluminada pela lua.

 

Emily – precisas de alguma coisa? – Perguntou-lhe enquanto tirava uma camisa de dormir de uma gaveta.

 

Tom – Hoje é lua cheia – afirmou. A morena riu-se e abanou negativamente a cabeça.

 

Emily – Outra vez a falar da lua? – Ele virou-se para ela e sorriu. O sorriso desvaneceu-se lentamente ao vê-la apenas enrolada numa toalha curta, por sinal, e segurando uma camisa de noite na mão enquanto a outra remexia o cabelo molhado. Ele engoliu a seco e abanou a cabeça virando-se de novo para a janela.

 

Tom – Veste-te – pediu – Eu não olho – a morena obedeceu e vestiu-se rapidamente.

 

Emily – Podes – ajeitou-se – E queres o que daqui? – Ele encarou-a novamente já vestida.

 

Tom – Hoje já não estavas tão fria comigo – esclareceu – Porque?

 

Emily – Porque não vale a pena – sentou-se na cama a escovar o longo cabelo – Não quero que a minha irmã descubra nada, visto que até o teu irmão já sabe e eu não sabia disso.

 

Tom – É difícil esconder algo do Bill – riu-se – Mas ainda bem que não és mais fria comigo – sentou-se á sua frente.

 

Emily – Pois – Pousou a escova na mesa-de-cabeceira – Mais alguma coisa?

 

Tom – Ahm… - coçou o couro cabeludo – Acho que não – Ela riu-se e levantou-se e fechou as persianas e cortinas.

 

Emily – Então senão te importares – apontou a saída – Eu quero descansar. Tive uma tarde bastante agitada – espreguiçou-se e bocejou falsamente.

 

Tom – Estás a mentir-me – confrontou-a rindo-se por fim.

 

Emily – Desculpa? – Arqueou o sobrolho e olhou-o desconfiada com a afirmação do cunhado.

 

Tom – Eu antes de começar com a tua irmã era um gajo, digamos, de muitas gajas – olhou-a minuciosamente – E quando passei á porta do teu quarto para ir para o meu, não te ouvi – riu-se – A ele sim, mas a ti não, logo duvido que estejas tão cansada quanto dizes.

 

Emily – E que sabes tu disso?

 

Tom – Tens memoria curta – riu-se ironicamente.

 

Emily – Claro – fez um estalido com a língua – Esqueci-me que tu traíste a minha irmã que por sinal é tua namorada comigo – abriu a boca em sinal de espanto irónico.

 

Tom – E digamos que tu comigo, gritaste – gabou-se. Ele aproximava-se perigosamente dela.

 

Emily – Importas-te de me parar de lembrar disso? – Pediu.

 

Tom – E se eu não quiser? – A distância entre eles era cada vez menos e a morena não tinha muito por onde fugir.

 

Emily – Passas a querer – engoliu a seco.

 

Tom – Sabes que eles ainda demoram – ele acaba de juntar o seu corpo ao dela.

 

Emily – E? – Empurrou-o – Vais sair pela aquela porta e vais tomar um banho de agua fria ou então esperas pela Jen, daqui não levas mais nada.

 

Tom – Como queiras – afastou-se e abriu a porta daquela divisão – Mas aquela noite não me sai da cabeça por muito que eu queira e por muito que tu peças – e saiu dali deixando a morena completamente abananada com a afirmação daquele homem.

 

Decidiu deitar-se. Queria deixar de sentir desejo pelo cunhado, queria á força esquecer aquela noite, queria apagar aquele homem da sua vida, mas era mais forte que ela. Por muito que quisesse, sempre que estava na sua presença lembrava-se daquilo que se havia passado naquela noite. Suspirou e voltou-se para o relógio vendo que marcava 2 da manhã. Eles ainda não tinham chegado. Levantou-se e saiu silenciosamente do quarto. Olhou tudo apagado na sala, calculou que ele já tivesse deitado e provavelmente a dormir, por isso decidiu ir até ao quarto que ele dividia com Jen, apenas ver se ele se encontrava lá.

Assim que chegou á porta do quarto, este encontrava-se entreaberta. Estava deitado, apenas de boxers, virado de costas para a porta. Ela queria ir embora, deitar-se e dormir, mas aquela figura prendia os seus pés ali, não a deixava dar um passo para trás, pelo contrário estava a obrigá-la a dar um passo em frente e entrar no quarto, dar um passo para o abismo. Deu uns passos em frente e quando deu por si estava ao pé da cama dele. Suspirou e virou-se para ir embora, mas a voz dele prendeu-a mais uma vez.

 

Tom – Precisas de alguma coisa? – A morena suspirou e virou-se para ele, conseguiu vê-lo apoiado pelo cotovelo e olha-la.

 

Emily – Sim – mordeu o lábio inferior inconscientemente.

 

Tom – De? – Questionou-a.

 

Emily – Oh good – de um movimento brusco, meteu-se em cima dele, deixando-o completamente á toa – De ti – Beijou-o finalmente. O beijo foi rapidamente correspondido pelo moreno, ele agarrou-a fortemente pela cintura e fê-la virar na cama, ficando por baixo dele. Ela parou de beijá-lo e olhou-o – Aqui não – puxou-o e foram até ao seu quarto. A morena tratou de trancar a porta e encarou-o completamente excitado e fora de si com a atitude da morena. Encostou-a á porta e fê-la rodear a sua cintura com as pernas, sendo beijada fugazmente por aquele ser – É a ultima vez, aproveita.

 

Tom – Claro que sim – disse ironicamente – Ultima vez – Não ligou e deitou-a na cama. Ela fez os boxers dele desliza-lhe pelas pernas e ele tratou logo de lhe tirar a camisa de dormir. Ela não tinha vestido lingerie, ele beijava-lhe o peito com carinho, assim como passava a mão pela sua perna, enquanto ela gemia o seu nome ao seu ouvido. De uma investida ele penetrou-a, ela gemeu sonoramente e deixou-se levar por ele mais uma vez. Os movimentos eram bruscos, suaves, carinhosos, ele estava no seu auge naquela noite e ela aproveitou-se disso e virou os corpos metendo-o ela por cima dele, comandando ela. Ele firmou as mãos nas ancas da morena e ajudava-a nos movimentos o que fez com que rapidamente chegassem ambos ao auge. Ela descaiu ao lado dele e levou a mão á sua face, constatando as gotas de suor na sua testa. Olhou de sorriso embutido nos lábios e não evitou sorrir também.

 

Emily – Foi a ultima vez Kaulitz – ele olhou-a e riu-se, levantando-se e vestindo os boxers.

 

Tom – Negavas-te tanto, mas no entanto foste tu que foste lá ao quarto dizer que precisavas de mim – apontou-se.

 

Emily – Isto é errado – sentou-se na cama e olhou-o.

Tom - Pois é – concordou – Mas eu quero mais, quero-te a ti – e saiu por fim do quarto, sem dar oportunidade a Emily de responder.

música: scorpions - still loving you
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Sábado, 13 de Julho de 2013

avisozinho

Olá minhas queridas :)

Eu peço desde já imensa desculpa por ainda não ter postado o próximo capitulo, mas comecei a trabalhar á 3 dias e acordo todos os dias ás 5 da manhã para entrar ás 6 e sair ao meio-dia, e assim que chego a casa a primeira coisa que faço é dormir e depois fico a molengar ahah.

Espero que amanhã ja consiga postar o proximo capitulo e preparem-se hmmm, vao gostar ahahah.

 

Beijinhos queridas @

sinto-me: cansada
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Domingo, 7 de Julho de 2013

Cap 5

Depois de Dylan ter saído, Emily sentia-se terrivelmente cansada e aquela noite seria passada em casa ou a ver televisão ou a dormir. Sentiu um bater na porta do quarto e viu a sua irmã a espreitar pela brecha na porta e fez noção que entrasse.

 

Jen – Então – sentou-se na cama da irmã – Que me dizes de jantarmos fora hoje? – Emily olhou a irmã e acenou negativamente – Oh vá lá, desde que vieste ainda não tivemos a oportunidade de jantarmos os 4 juntos.

 

Emily – Tem mesmo de ser? – Suspirou.

 

Jen – Eu gostava que fizesses isso por mim – Jen olhou a irmã pedinchando com os olhos.

 

Emily – Pronto está bem – sorriu – E vamos jantar onde? – Levantou-se e abriu o armário procurando algo para vestir.

 

Jen – Não sei, o Tom ficou de ver isso – sorriu – Leva aquele – apontou um vestido cor-de-rosa, curto á frente e um pouco mais comprido atrás.

 

Emily – Mas é só mesmo jantar – retirou o vestido e colocou-o em cima da cama – Hoje não tenho disposição para sair, vou jantar porque pronto – olhou os sapatos e tirou uns saltos altos pretos.

 

Jen – Óptimo – levantou-se – Vais arrasar com essa roupa – piscou-lhe o olho e saiu do quarto da irmã.

 

Emily tomou um logo banho e vestiu-se de seguida. Esticou o cabelo, colocou uma maquilhagem leve e saiu do quarto, onde já os 3 a esperavam.

 

Emily – Vamos? – Olhou-os a levantarem-se e saiu do apartamento indo direitinha ao elevador, onde rapidamente viu Tom a entrar, Bill e Jen – Importam-se que leve o meu carro? – Eles olharam-na e assentiram que não se importavam. Saíram do elevador directo para a garagem e logo as luzes de uma carrinha Range Rover branca acenderam.

 

Bill – Woow – os olhos dele brilharam – Que carro – sentou-se rapidamente á frente – Amei – sorriu á morena que entrava agora no carro ligando-o e seguida.

 

Jen – De onde saiu o dinheiro para comprares esta bomba mana? – Emily olhou a irmã pelo espelho retrovisor e viu-a a entrar mais o cunhado na parte de trás.

 

Emily – Do mesmo sitio de onde saiu para comprares o teu – sorriu e arrancou com o carro.

 

Jen – O pai anda muito mãos largas – gargalhou.

 

Tom – Nunca me chegaste a dizer o que o teu pai faz amor – Tom beijou prontamente a namorada. Bill olhou de soslaio para Emily e viu que esta se sentiu incomodada com aquilo.

 

Jen – Tem uma empresa de construção civil amor – esclareceu.

 

Emily – Chegámos – rapidamente chegaram ao restaurante, a morena estacionou e saiu atrás dos restantes. Sentaram-se na esplanada, a noite estava agradável portanto estava-se bem com a aragem nocturna. Emily estava em frente a Tom, Jen ao lado do namorado e Bill ao lado de Emily. O empregado apareceu, entregando-lhes a ementa – eu quero um bacalhau com natas.

 

Bill – Para mim é uma lasanha – olhava a ementa.

 

Jen – Para mim é o mesmo – olhou Tom – E para ti?

 

Tom – Bacalhau com natas – olhou Emily. O empregado apontou os pedidos e afastou-se da mesa dos 4 jovens.

Jen – E já estas á procura de emprego? – questionou a irmã enquanto bebericava o vinho posto pelo empregado anteriormente.

 

Emily – O Tom falou-me de um amigo dele que tem um ginásio – olhou o namorado da irmã – Se ele não se importar de falar com ele.

 

Jen – Claro que não se importa – beijou o namorado, Emily por sua vez olhou o horizonte.

 

Tom – Eu amanhã falo com ele, aliás… - olhou a morena – Eu amanhã vou treinar de manhã, vens comigo e falas logo com ele.

 

Emily – Pode ser – sorriu ao de cabelo preto.

 

Bill – Então e fazes o quê? – Perguntou curioso com um sorriso maravilhoso nos lábios.

 

Emily – Sou professora de Muaythay – sorriu – Formei-me há 2 anos.

 

Jen – Ela é a melhor – gargalhou – Consegue ter mais força que vocês os dois – apontou o namorado e o cunhado.

 

Tom – Asério? – Perguntou curioso.

 

Jen – Oh sim – riu-se – Houve uma vez que fomos sair as duas, e houveram umas raparigas que se meteram comigo por causa de um rapaz, claro que eu também não sou de me ficar, a Emily apercebeu-se que uma delas ia bater-me, fez um golpe qualquer, que a rapariga ficou no chão a contorcer-se de dores e a outra que vinha defender a amiga, também apanhou – gargalhou – Foi lindo a sério, eu não conseguia.

 

Bill – Woow – esbugalhou os olhos – Deves ter imensa força – olhou-a.

 

Emily – A questão não está na força, mas sim na técnica – esclareceu.

 

Tom – E que técnica – murmurou, mas foi o suficiente para a morena ouvir e lhe bater com o pé por baixo da mesa, ele riu-se e logo começou a brincar com o piercing.

 

Assim que os pratos foram postos á frente de cada um, começaram a comer e a conversar sobre coisas banais e, estranhamente, Emily não se tinha dirigido a Tom com aquele Tom de desprezo, estava simplesmente a tentar ser simpática, pois não queria que a irmã suspeitasse de algo entre os dois. Emily sentia-se imensamente cansada, algo que Jen reparou.

 

Jen – Queres ir andando para casa? – Questionou a irmã mais velha

 

Emily – Se não se importarem – suspirou – Posso vos deixar em algum sítio se quiserem sair, mas eu só quero é a minha cama – bufou.

 

Jen – Eu por acaso gostava de ir sair – sorriu – Queres ir Tom? – olhou o namorado, completamente abstraído da conversa.

 

Tom – O quê? – Olhou a namorada

 

Bill – Se queres ir sair – esclareceu.

 

Tom – Aí não me apetece muito – olhou a namorada a fazer cara de desagrado – Mas vai tu – ajeitou-se na cadeira – O Bill também deve querer ir – olhou o irmão.

 

Bill – Por acaso – riu-se – Depois voltamos de táxi – olhou a cunhada.

 

Jen – E não te importas amor?

 

Tom – Não – sorriu – Diverte-te – beijou a namorada e saiu da mesa indo pagar a conta.

 

Emily começou a dar conta que iria ficar sozinha com aquele homem na mesma casa, enquanto a sua irmã e Bill iriam sair. Revirou os olhos e começou a pensar senão teria feito de propósito, mas também da maneira que estava cansada, nem pensou mais nisso e levantou-se dirigindo-se para o carro entrando e ligando de seguida, enquanto esperava que os outros chegassem.

Assim que chegaram, a morena arrancou com o carro em direcção a casa e parou em frente á grande cobertura.

 

Bill – Então e nós? – Apoiou-se no banco da frente visto que tinha ido atrás mais o irmão.

 

Emily – Levem o meu carro – tirou o cinto – escusam de ir tirar da garagem, só têm de mo trazer amanhã intacto – riu-se e saiu do carro seguida por Tom. Bill apressou-se a sentar no lugar de condutor e meter logo o cinto – Até amanha. Divirtam-se – viu o carro a arrancar e virou-se para a porta, embatendo em Tom – Desculpa – o moreno afastou-se e Emily entrou no prédio sempre seguida por ele, entrando depois no elevador, que naquele momento parecia lento demais e pequeno demais para os dois. O silêncio reinava  ali e nenhum dos dois iria quebrá-lo. 

 

 

 

 

 

 

quero comentários meus amores.

Ate amanhã  @

música: none
sinto-me: cansada
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Terça-feira, 2 de Julho de 2013

Cap 4

Olá minhas queridas. Pois é, eu posto os capitulos mas não estou a ver comentários NENHUNS á fic, se não tiverem a gostar digam-me :x

Eu sei a fic agora está um bocado secante, mas a história vai desenrolar mais para o 6º ou 7º capitulo, a historia vai aquecer e depois claro a Jen vai descobrir tudo porque á um mal entendido entre os 4, mas depois irão perceber.

Agora fica aqui o 4º capitulo e quem lê por favor que comente e diga se está a gostar ou não ok? :D

Beijinhos coisas lindas @

 

 

 

 

Depois da irmã ter saído, Emily decidiu ir correr para espairecer e exercitar um pouco. Deu umas voltas pelos quarteirões e parou num jardim onde podia observar vários pais a brincar com os seus filhos e vários casais a meter o namoro em dia. Suspirou pesadamente e assim que se virou para continuar embateu contra um rapaz.

 

Emily – Ai desculpa – olhou bem o rapaz. Tinha uns olhos verdes encantadores, estatura alta e musculado e estava com roupa de treino, certamente também deveria estar a fazer exercício. Emily apercebeu-se que era o rapaz da noite anterior, aquele com tinha dançado.

 

- Tu és a rapariga de ontem – sorriu-lhe. Oh sim como aquele sorriso lhe era encantador.

 

Emily – Sim – riu-se – Sou a Emily – apresentou-se.

 

- Eu sou o Dylan – apresentou-se também.

 

Emily – Desculpa ontem ter ido embora – desculpou-se – Estava mesmo cansada – corou.

 

Dylan – Não há problema – tranquilizou-a – Eu também acabei por ir logo embora – coçou a cabeça.

 

Emily – Estavas a correr? – Olhou a roupa de treino dele.

 

Dylan – Sim - olhou-a também – E calculo que tu também?

 

Emily – Sim – sorriu ao jovem – E que tal se continuássemos a corrida juntos e depois íamos até minha casa beber qualquer coisa?

 

Dylan – Por mim – deu de ombros e sorriu á rapariga.

 

Ambos retomaram a corrida. Pelo caminho faziam algumas brincadeiras, viam quem tinha mais resistência e velocidade. Assim que chegaram ao quarteirão da rapariga abrandaram o passo e faziam á porta do prédio da morena exercícios de alongamento.

 

Dylan – Fazes desporto ou assim?

 

Emily – sim – parou o exercício e sentou-se a porta do prédio – Sou professora de Muaythay – sorriu ao jovem.

 

Dylan – Asério? – Olhou-a incrédulo – Será melhor ter cuidado contigo? – olhou-a inocentemente.

 

Emily – Hmm – levantou-se e juntou-se ao moreno – Se me magoares é melhor nem saíres de casa – ela olhava-o devagar á medida que se iam aproximando.

 

Dylan – Ai sim? – Ele decidiu alinhar na sedução da morena.

 

Emily – Claro – os corpos já não tinham nenhum espaço que os separasse. A mão de Dylan já pousava na cintura da morena e as mãos dela tratavam de rodear o pescoço dele.

 

Dylan – Quero ver isso – puxou-a para ele e acabaram por se beijar. Ela queria. O beijo intensificava-se e a morena cada vez sentia mais desejo.

 

A algum custo abriu a porta do prédio e ambos se enfiaram no elevador, chegando rapidamente ao andar pretendido. A morena abriu a porta do apartamento e entrou aos trambolhões com o rapaz, no meio de beijos e carícias. Tropeçaram várias vezes. Tom saia agora do escritório com alguns papeis na mãos.

 

Tom – Boa… - deixou a frase a meio e esbugalhou muito os olhos ao ver aquela cena. Emily estava praticamente a ficar sem roupa e o rapaz que a acompanhava estava a ir pelo mesmo caminho. Emily abriu discretamente e observou Tom a olhar com cara de parvo para eles e empurrou brutamente Dylan para o quarto fechando a porta de seguida com brusquidão.

 

##

Depois da manha e parte da tarde com o jovem, Emily saia agora do quarto para comer qualquer coisa. Jen já estava de volta e Bill assistia TV juntamente com o gémeo.

 

Emily – Boa tarde – Jen já sabia do sucedido e puxou rapidamente a irmã para se sentar ao pé dela, fazendo a morena desequilibrar-se e sentar-se desajeitadamente no sofá – É preciso isso Jennifer?

 

Jen – Quero saber tudo tudo – sorria feita tonta, ao qual Emily revirou os olhos.

 

Emily – Mas já não se pode ter privacidade nesta casa? – Olhou Tom e este por sua vez riu-se e encolheu os ombros.

 

Jen – Oh ele não fez por mal – apontou o namorado.

 

Emily – Sim claro – disse arrogantemente – Vou comer alguma coisa – levantou-se e foi para a cozinha.

 

Jen – Ficaste chateada por ele ter-me dito que trouxeste um rapaz cá para casa? – Seguiu a irmã para a cozinha.

 

Emily – Não – encarou a irmã – Apenas não gosto que comentem a minha vida – Suspirou e ligou o pequeno forno colocando lá dentro uma lasanha.

 

Jen – Oh – encolheu os ombros – Mas conta-me – Emily riu-se e olhou a irmã – Quem é ele?

 

Emily – Foi um rapaz com quem dancei ontem á noite quando fui sair. Hoje fui correr e acabei por esbarrar com ele, depois olha – riu-se – aconteceu.

 

Jen – Tu e esse teu poder de sedução – riu-se com a irmã.

 

Emily – Sabes como eu sou Jen – gabou-se – Bem eu vou ver se o Dylan precisa de alguma coisa – saiu da cozinha e passou pela sala, vendo os gémeos entretidos a ver um filme qualquer. Entrou no quarto e viu o moreno a ver um filme qualquer também – Então – sentou-se ao lado dele na cama – Tens fome?

 

Dylan – Sim – beijou a morena – Tu esgotaste-me – riu-se o que fez a morena corar todinha.

 

Emily – Eu estou a fazer lasanha, veste-te e depois vem ter comigo á cozinha está bem? – ele assentiu afirmativamente e beijou-a.

 

A morena saiu do quarto e dirigiu-se de novo para a cozinha. Desta vez só se encontrava Bill na sala. Suspirou aliviada, mas ao mesmo tempo questionou-se onde estaria Jen e Tom.

 

Bill – Precisas de alguma coisa? – Olhou a jovem a chegar á sala.

 

Emily – Não – sorriu-lhe – o teu irmão e a minha irmã? – Bill apontou para o corredor que dava para os quartos esclarecendo a dúvida de Emily – Ah entendi – sorriu.

 

Bill – Estás a sentir-te bem cá em casa? – Olhou a jovem.

 

Emily – Sim – respondeu prontamente.

 

Bill – pensei que o Tom te incomodasse – riu-se e abanou negativamente a cabeça.

 

Emily – Porque haveria de o fazer? – deu de ombros, realmente ela não tinha percebido a indirecta de Bill.

Bill – Não sei se sabes mas eu vou-te esclarecer – virou-se para a morena e esboçou-lhe um sorriso adorável – Eu e o Tom somos irmãos – riu-se – gémeos – esclareceu – e eu sei tudo o que o meu irmão pensa, diz e faz – colocou ênfase na última palavra.

 

Emily – Como assim? – Olhou-o assustada. Ela sabia perfeitamente ao que ele se estava a referir.

 

Bill – Há duas noite atrás – recordou – Quando eu e vi pela primeira vez – recordou outra vez – No club onde eu e o Tom estávamos, e quando vocês desapareceram durante 1hora.

 

Emily – Bill por favor – implorou – Não contes nada a Jen, eu não sabia – Bill notou na expressão de pânico que a cunhada do seu irmão havia feito.

 

Bill – Descansa – confortou-a – Eu não tenho nada a ver com isso, mas sabes que se eu reparei – apontou-se – A tua irmã também poderá reparar que não te dás bem com o Tom – explicou.

 

Emily – Será que é assim tão notável o meu incomodo perante o teu irmão? – Assustou-se.

 

Bill – Um pouco – explicou – O Tom até já comentou que não deverias gostar muito dele.

 

Emily – Não é não gostar – recompôs-se no sofá – Simplesmente é o incomodo que sinto sabendo aquilo que tive com ele e sabendo que ele é namorado da minha irmã – sussurrou – Se ele fosse solteiro e não namorado da minha irmã era outra coisa – Olhou o corredor e viu Dylan a aparecer todo sorridente na sala.

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Quinta-feira, 27 de Junho de 2013

Cap 3

O ambiente naquele espaço estava a óptimo. A morena divertia-se sem pudor mais o seu companheiro, mas sentia-se observada. Ele desde que havia chegado, não se tinha levantado, não tinha parado de beber e não parava de olhar para a jovem.

 

- Está tudo bem? – Perguntou o rapaz ao ver a morena incomodada.

 

Emily – Sim está tudo bem – sorriu-lhe – Eu vou sentar-me um bocado, já me doem um bocadinho os pés – afastou-se lentamente do rapaz e sentou-se na mesa onde estava Tom – O que é que tu queres?

 

Tom – Nada – riu-se e olhou a pista.

 

Emily – Claro, por isso é que não paraste de olhar desde que aqui chegaste – bufou e encostou-se ao sofá.

 

Tom – Tu é que te sentiste incomodada, até te vieste embora – gozou e bebericou a bebida – Que eu saiba ainda não se paga imposto por olhar.

 

Emily – Claro – disse entre dentes – O Bill?

 

Tom – Foi embora com a rapariga – pouso o copo e olhou-a minuciosamente.

 

Emily – Eu vou embora – levantou-se – Ficas?

 

Ele acenou negativamente e levantou-se seguindo a morena para fora do club. Ela sentia-se exausta e esperava encontrar um táxi rapidamente para poder descalçar-se um pouco. Todos que passavam estavam ocupados e a morena já bufava.

 

Tom – O que estás a fazer? – Chegou perto da morena.

 

Emily – Tentar apanhar um táxi – explicou ao rapaz.

 

Tom – Estás a gozar certo? Anda embora – puxou-a pelo braço ao qual ela saltou-se logo.

 

Emily – Não vou a pé com estes saltos – apontou os pés.

 

Tom – Achas que eu vim para aqui a pé? – Revirou os olhos – Tenho ali o carro – apontou mais para a frente.

 

Emily – Ok – começou a andar e rapidamente chegaram ao carro. Assim que entraram a morena sentiu-se um alívio imenso ao sentar-se. Ele ligou o carro e olhou-a – Importaste-te que me descalce um pouco?

 

Tom – Estás a vontade – observou-a a descalçar-se e arrancou com o carro – Onde estiveste antes de voltares?

 

Emily – Vivia em Milão – olhou o ambiente pela janela do carro – Depois a Jen pediu-me quase de joelhos para voltar porque tinha saudades minhas e eu decidi voltar.

 

Tom – E o que fazias em Itália? – Virou numa rua.

 

Emily – Era professora de Muaythay – sorriu. Ele sabia perfeitamente a vida dela, apenas queria quebrar o gelo.

 

Tom – Eu tenho um amigo meu que tem um ginásio, posso falar com ele se quiseres – ela olhou-o desconfiada, mas não deixava de ser uma oportunidade.

 

Emily – Não é preciso deixa – finalmente chegaram a casa. O moreno estacionou o carro e deixou-se ficar sentado com a morena ao lado – Vais ficar ai? – Olhou-o desconfiada.

 

Tom – Não – sorriu e saiu do carro. Emily imitou o gesto e saiu descalça atrás do rapaz. Assim que entraram em casa, ele atirou-se para o sofá relaxando os músculos.

 

Emily – Bem… - suspirou – Eu vou-me deitar, obrigado pela boleia – ele olhou-a – Até amanhã – e saiu daquela divisão sem ouvir nada a ser pronunciado por aquele ser.

 

Despiu-se e decidiu tomar um banho para relaxar. Assim que saiu da banheira quase que patinou e caia de cu, mas foi mais rápida e conseguiu equilibrar-se. Riu-se sozinha e saiu para o quarto, vestindo a camisa de dormir e deitando-se por fim na cama e fechando os olhos por momentos até sentir alguém bater na porta. Apoiou os cotovelos na cama, franziu o sobrolho e pronunciou um “Entre”.

 

Emily – Asério? – Deitou-se ao ver quem era – Queres alguma coisa? – Continuava de olhos fechados.

 

Tom – sim – entrou no quarto – Falar contigo – ela abriu um olho e olhou-o.

 

Emily – Rápido que eu quero dormir.

 

Tom – Não sei se sou só eu – sentou-se na ponta da cama virado para a varanda e olhando a lua – A lua hoje está bonita – a morena ergue-se e olhou-o com cara de “Asério que veio aqui dizer-me que a lua estava bonita?”

 

Emily – Vieste aqui falar-me da lua?

 

Tom – Não – olhou-a – Eu não esqueço o que aconteceu na outra noite – ela olhou-o minuciosamente.

 

Emily – Tom, mas tens de esquecer – sentou-se á chinês – és namorado da minha irmã por amor de Deus – esfregou as mãos pela face.

 

Tom – E tu já esqueces-te? – Olhou-a de repente. Os olhares estavam presos um no outro. Ela podia negar, mas ele era demasiado atraente, mexia com qualquer rapariga, aliás mexeu com ela na noite em que se envolveram.

 

Emily – Sim – mentiu. Ela não tirava aquela noite da cabeça, nem conseguia fazê-lo por muito que quisesse.

 

Tom – Tudo bem – levantou-se da cama e saiu do quarto sem pronunciar nem mais uma sílaba. Ela olhou a porta a ser fechada e deitou-se ainda a pensar no que ele havia dito.

 

##

 

Já estava a tomar o pequeno-almoço quando viu a irmã a entrar na cozinha.

 

Emily – bom dia – recebeu um beijo da irmã e viu-a a verter leite para uma caneca.

 

Jen – Como correu a noite ontem mana? – Sentou-se na cadeira e bebericou o leite.

 

Emily – Correu bem – sentou-se perto da irmã – O Tom foi lá ter e acabei por vir com ele para casa.

 

Jen – Eu sei – riu-se – Ele acaba sempre por sair quando o irmão sai.

 

Emily – E tu não te importas que ele vá? – Olhou-a com atenção.

 

Jen – Claro que não – sorriu – Ele ama-me seria incapaz de me trair – Emily mandou um sorriso amarelo á irmã. Ela estava completamente a leste daquilo que era o seu namorado, ele traiu-a sim, com a irmã da namorada – Bem – os seus pensamentos foram interrompidos – Eu tenho de ir trabalhar – deu um beijo rápido á irmã e saiu de casa.

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Terça-feira, 25 de Junho de 2013

Cap 2

Depois de duas horas de sono, a morena despertou lentamente. Levantou-se lentamente, verificando os óculos no chão, o que lhe deu a certeza que não teria sonhado que o rapaz da noite anterior era seu cunhado. Esfregou a cara e abanou negativamente a cabeça, levantando-se e saindo do quarto de seguida. Ele já teria ido embora, calculou Emily, mas assim que chegou á sala viu-o sentado no sofá a ver um filme. Suspirou pesadamente e sonoramente, despertando o moreno da atenção que depositava no filme e olhando-a por cima do ombro.

 

Emily – Ainda aqui está? – Atirou. Ele riu-se e acenou negativamente a cabeça – Qual é a graça afinal?

 

Tom – Onde andaste este tempo Emily? – Olhou de frente para a rapariga.

 

Emily – Deves ter muito a ver com isso – riu-se ironicamente.

 

Tom – Não deve ter sido no planeta Terra só pode – gargalhou o que enfureceu mais a morena.

 

Emily – Se soubesse nem tinha vindo – saiu para a cozinha, mas ele seguiu-a – Agora persegues-me? – Retirou uma embalagem de lasanha do frigorífico.

 

Tom – Eu vivo aqui – a morena olhou-o surpresa – Eu, a tua irmã e o meu irmão – levou o dedo indicador aos lábios fazendo ar pensativo – e agora tu – apontou-a.

 

Emily – Estás a gozar certo? – Olhou-o esperançosa que ele estivesse apenas a curtir com a cara dela, mas depressa viu que ele falava a verdade – Oh meu deus, porque raio fui eu voltar? – Abriu a embalagem e colocou-a dentro do pequeno forno.

 

Tom – isso não sei – suspirou.

 

Emily – Era uma pergunta retórica – revirou os olhos e bebeu um pouco de água.

 

Tom – Não adianta sermos assim um com o outro – olhou-a – Aliás se continuarmos assim um com o outro eles vão acabar por suspeitar de alguma coisa.

 

Emily – Quantas vezes já o fizeste? – Virou-lhe as costas para não ter de encarar aquele homem atraente á sua frente.

 

Tom – Desculpa? – fez um ar de desentendido – Estás a referir-te ao que?

 

Emily – Quantas vezes já traíste a Jen? – Ele esbugalhou os olhos e surpreendeu-se com a pergunta da “cunhada”.

 

Tom – Nunca – riu-se – Ontem foi a primeira vez – Emily riu-se ironicamente e revirou os olhos mostrando aquele ser que não tinha acreditado – Estou a falar a verdade. Ontem foi a única vez que traí a tua irmã.

 

Emily – E logo com a tua cunhada não é? – Retirou a embalagem do forno e colocou o conteúdo num prato.

 

Tom – Eu não sabia que eras tu – sentou-se de frente para ela.

 

Emily – Se soubesses não o terias feito?

 

Tom – Não mudava nada do que se passou ontem á noite – Ela parou abruptamente de comer e olhou-o possessa – Que foi?

 

Emily – é preciso descaramento – revirou os olhos e continuou a comer

 

Tom – Fui sincero. Agora se me dás licença – levantou-se arrumando a cadeira. A morena seguiu com o olhar – vou continuar a ver o filme.

 

Emily estava chocada. Ele afirmou-lhe que mesmo que soubesse quem ela era de verdade teria feito a mesma o que se passou na noite anterior. A morena perdeu completamente o apetite e saiu da cozinha depois de arrumar tudo, passando por ele e entrando no quarto, batendo com a porta, fazendo aquele homem que a atraia dar um salto do sofá e rir-se.

Decidiu que naquela noite não iria ficar por casa. Pegou numas calças de ganga escura muito justas, um top com as costas descobertas, uns saltos altos e vestiu-se. Esticou o longo cabelo, despenteou-o dando-lhe um ar rebelde, maquiou-se levemente, pegou na mala e saiu do quarto.

Ele ouviu o ressoar de saltos altos na casa e olhou para trás de si, vendo a morena a surgir na sala. Engoliu a seco ao vê-la naqueles trajes. As formas definidas da morena, o salto alto que lhe dava um toque sensual, as costas torneadas descobertas, o cabelo com um ar rebelde, ela estava deveras sensual e ele não conseguia desgrudar o olhar por muito que quisesse. Ela reparou e revirou os olhos.

 

Emily – Vê lá se não te caiem os olhos – vestiu o casaco de ganga clarinho e ajeitou o cabelo.

 

Tom – Desculpa – virou-se e voltou a concentrar-se na televisão. A porta daquele apartamento foi aberta, surgindo uma Jennifer e um Bill com ar de quem tinha ido á guerra – Que caras – Jen apressou-se a chegar ao pé do namorado e depositar-lhe um demorado beijo nos lábios ao qual ele correspondeu prontamente.

 

Bill – Tivemos imenso trabalho – até Bill olhava Emily. O gémeo mais novo estava a babar-se literalmente para a morena.

 

Jennifer – Vais sair mana? – Questionou a mais velha á morena que acabava de se retocar no grande espelho no hall de entrada.

 

Emily – Sim – olhou-a sorrindo-lhe – Queres vir?

 

Jennifer – Eu ia, mas estou que nem posso – suspirou e deitou-se no sofá – Mas vai e diverte-te – sorriu a morena.

 

Bill – Mas queres companhia? – Emily olhou-o rapidamente e porque não?

 

Emily – Se me quiseres acompanhar, seria um prazer – Tom olhou o seu gémeo e de seguida a cunhada.

 

Bill – então dá-me uns minutos só para trocar de roupa – Bill saiu da sala, deixando-os.

 

Jennifer – Então e tu Tom? Não vais com o teu irmão? Sabes que não me importo – o de cabelo comprido olhou Emily minuciosamente.

 

Tom – Talvez vá mais tarde – Emily revirou os olhos e sentou-se num cadeirão.

 

Jennifer – eu vou deitar-me estou muito cansada – levantou-se dando um beijo no namorado e outro na testa da irmã – Boa noite – e saiu para o quarto que dividia com aquele homem.

 

Tom – Talvez passe lá mais tarde – olhou-a a escrever no telemóvel.

 

Emily – Não me interessa – levantou-se vendo Bill a surgir no corredor.

 

Bill – Vamos? – Tom olhou o irmão e de seguida aquele mulher sensual á sua frente. Ele tinha de admitir que ela conseguia jorrar mais sensualidade que a própria irmã.

 

Emily – Vamos sim – levantou-se ajeitando-se e saindo com o gémeo mais novo.

 

Assim que chegaram á discoteca, Bill apressou-se a achar uma mesa e sentar-se mais a morena. A pista estava cheia, a ambiente estava óptimo e a morena procurava com o olhar uma cara conhecida.

 

Bill – Acho que vou ao bar buscar qualquer coisa – levantou-se – Queres algo?

 

Emily – O mesmo que tu – Sorriu-lhe e viu-o a afastar-se entre as pessoas.

 

Logo depois surgiu um rapaz á sua frente convidando-a para dançar. Ela aceitou prontamente e foi com ele para a pista de dança. A música exigia movimentos sensuais e ela não se acanhava. Bill surgiu perto dela, entregando-lhe a bebida e afastando-se com uma rapariga. Ela sorriu e percebeu que ele já teria companhia para aquela noite.

Depois de quase uma hora a dançar e a beber com aquele rapaz, olhou a mesa e viu Bill com a sua companhia e Tom. Ela revirou os olhos e juntou-se mais ao seu companheiro. Olhou de soslaio para Tom e viu-o a olhá-la de sorriso embutido nos lábios e a bebericar uma bebida espiritual. 

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Domingo, 23 de Junho de 2013

Cap 1

Olá minhas queridas.

Bem, eu comecei a escrever uma fic, surgiu-me esta ideia e decidi escreve-la numa fic dos nossos meninos. Gostava de opiniões e comentários queridas. A fic ainda não tem nome, pois ainda não esta terminada, mas espero que daqui a uns dias já tenha um nome.

Espero que gostem e quero as vossas opiniões. Se puderem divulgar eu agradecia imenso. Se precisarem que divulgue algo é so pedirem e deixarem em comentário aquilo que gostavam que divulgasse.

Beijinhos meus doces @

 

Capitulo 1

 

A noite já ia longa. As bebidas chegavam á mesa, eram digeridas como água e as duas amigas já viam tudo turvo. A mais velha olhou para a mesa do outro lado da discoteca e observou dois rapazes, um deles observava-a já a algum tempo e abanava o piercing em sinal de interesse. A morena riu-se e levantou-se, fazendo sinal á sua amiga que já viria e assim que se virou para alcançar o rapaz já ele ia na sua direcção pronto a meter-se com a jovem. Ela sorriu e assim que o alcançou, os movimentos sensuais da dança possuía ambos os corpos. Ele percorria o corpo da jovem com as mãos tendo-a sempre bem junto ao seu corpo, já ela deixava-se deliciar por aquele toque que a estava a fazer delirar.

 

Assim que entraram no W.C. os beijos eram fugazes, capazes de fazer cortar a respiração. Entraram num pequeno cúbico, daquele W.C, o rapaz fechou a porta atrás de si, encostando a rapariga á mesma e percorrendo o seu pescoço com beijos molhados e sensuais. A morena já tratava de desapertar as calças XXL do rapaz, ele de subir o seu vestido. Olharam-se nos olhos, sorriram um ao outro e ela sentiu-o a entrar em si. Os movimentos eram lentos, rápidos, ela estava a sentir prazer como nunca tinha sentido, mesmo sendo apenas naquele cúbico de discoteca. Assim que atingiram o auge, ambos se deixaram escorregar pela porta, e vendo gotas de suor percorrer as suas testas. Ele sorriu-lhe, depositou-lhe um beijo molhado, fazendo-lhe uma carícia no rosto, apertando as calças de seguida.

 

- Tom – sorriu á jovem e saiu do cúbico.

 

-Emily – esta saiu também, ajeitando-se á frente do grande espelho á sua frente e saindo segundos depois dele.

 

##

 

Sentiu umas vozes no andar de baixo. Abriu os olhos, olhou o despertador e constatou que já passava das três da tarde. Esfregou o rosto com as mãos e olhou o teto sorrindo de seguida, ao lembrar-se da noite anterior. Ela tinha ficado a pensar no rapaz e no que se havia passado naquele pequeno cúbico. Levantou-se a algum custo e dirigiu-se á casa de banho privada, relaxando num longo banho.

Saiu, enrolando uma toalha ao seu corpo e passando o cabelo numa outra. Vestiu a lingerie, uns calções verdes e um top branco rendado. Penteou o longo cabelo cor de avelã e saiu do quarto dirigindo-se para a sala onde encontrou um rapaz a esfolhear a revista. Franziu o sobrolho e olhou á sua volta procurando a sua irmã. Passou a mão pelo cabelo e fez um som com a garganta para despertar a atenção do rapaz. Assim que ele a ouviu virou-se subitamente e sorriu-lhe.

 

- Deves ser a irmã da Jennifer, certo? – A morena entreolhou-se e acenou que sim com a cabeça – Eu sou o Bill – levantou-se e colocou-se á frente da morena.

 

Emily – Hmm – olhou-o de alto a baixo – Sim sou a Emily – sorriu-lhe também – A minha irmã?

 

Bill – Está na cozinha com o meu irmão – a morena fez um expressão engraçada o que o levou a soltar uma pequena gargalhada – O namorado dela sabes – explicou.

 

Emily – ah sim – sorriu – Eu só cheguei ontem e fui sair logo, nem deu tempo para meter a conversa em dia com ela.

 

Bill – Vamos até lá? – A morena acenou afirmativamente com a cabeça e dirigiram-se á cozinha. A irmã mais velha de Emily estava deliciada aos beijos com o namorado. Emily revirou os olhos e abriu o frigorífico, procurando algo para beber – Parem lá com os amasses.

Emily sorriu e pegou num jarro de sumo e virou-se para a irmã e para o suposto namorado. Assim que viu quem ele era, deixou o jarro escorregar automaticamente pelas mãos, partindo-se em cacos no chão. Jennifer encolheu-se e olhou a irmã assustada. Emily estava com uma expressão de pânico e surpresa ao mesmo tempo. Todos a olhavam incluindo ele que estava em pânico, mas puro pânico ao ver a rapariga com quem tinha estado na noite passada.

Como podia? Ela tinha ido para o cúbico, de um W.C de uma discoteca, e tinha se envolvido com o namorado da irmã, o seu cunhado.

 

Jennifer – Emily? – Passava a mão em frente ao rosto da morena – Estás bem?

 

Emily – Han? – Despertava aos poucos do transe, olhando de seguida o chão cheio de sumo e cacos de vidro – ah desculpa.

 

Bill – Estás bem? – Olhava a rapariga – Estás pálida – Emily olhou-o e sorriu-lhe.

 

Emily – Estou sim – acenou a cabeça negativamente, tirando aquele ser do seu pensamento.

 

Jennifer – Mana, este é o meu namorado – olhou o rapaz – o Tom – este sorriu-lhe e deu-lhe dois beijos aos quais ela nem correspondeu.

 

Emily – Prazer – respondeu secamente – Jen será que podes limpar isto por mim? Tenho uns trabalhos para acabar – apontou para a porta.

 

Jennifer – Claro – sorriu á irmã – Mas estás mesmo bem?

 

Emily – Sim – e saiu daquela divisão deixando aqueles 3 á deriva.

 

Tom – Penso que ela não gostou muito de mim – deixou escapar, fazendo a namorada olha-lo.

 

Jennifer – Claro que gostou – sorriu-lhe e depositou-lhe um beijo nos lábios.

 

Como podia? Ele tinha-se feito a ela, ela a ele acabaram os dois no W.C de uma discoteca e bastou acordar e ver que tinha feito a maior borrada da sua vida. Estava as voltas no quarto, tentava achar uma solução para aquilo tudo e achou melhor esquecer aquele assunto e deixou morrer ali o que se tinha passado. Atou o cabelo num rabo-de-cavalo e começou a fazer uns trabalhos da faculdade. Passada uma hora, bateram-lhe na porta do quarto, ao que ela respondeu um quase silencioso sim.

 

Tom – Posso? – Olhou aterrorizada para a porta e deixou os óculos que estava na cabeça cair no chão.

 

Emily – A Jen?

 

Tom – Saiu com o Bill para ir trabalhar – entrou completamente no quarto fechando a porta atrás de si.

 

Emily – Não disse que podias entrar – falou friamente voltando a focar-se no portátil á sua frente.

 

Tom – Desculpa – disse quase silenciosamente – Eu vinha para pedir desculpa… - a jovem riu-se ironicamente.

 

Emily – Desculpa porque? – Revirou os olhos – Por teres ido para a cama com a irmã da tua namorada?

 

Tom – Pois – corou – Eu não sabia quem tu eras.

 

Emily – Sim – virou-se para ela – Esse assunto morreu. Tu não falas disso a ninguém e eu também não. Para a Jen namorar contigo é porque gosta mesmo de ti e a última coisa que quero é magoar a minha irmã, por isso já esqueci – sorriu-lhe e levantou-se apanhando uma garrafa de água e bebendo-a de seguida.

 

Tom – Obrigada – sorriu também.

 

Emily – Agora se fizeres o favor – apontou a porta atrás ao do moreno e fez noção que ele saísse.

 

Tom – Ahm… - coçou a cabeça – Pois eu vou para a sala, se precisares de algo… - ela nem o deixou a acabar.

 

Emily – De ti? – Ele acenou afirmativamente – Quero distância. Agora sai se fazes favor – ele obedeceu e saiu do quarto de seguida. A morena atirou-se á cama e não evitou que finas gotículas salgadas lhe caíssem pelo rosto. Sentia-se imunda pelo que tinha feito á sua irmã

  

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